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Canal Futura estreia “Diz Aí Afro e Indígena”

Publicada em: 21 de maio de 2018

O Canal Futura estreia no dia 10 de maio, às 23h30, a nova temporada da série “Diz Aí”, que desta vez abordará o tema das juventudes negras e indígenas. O programa acompanha a vivência de jovens que enfrentam o preconceito, a dificuldade de inserção e a falta de representatividade, em diferentes cidades e contextos. A série é resultado de oficinas de audiovisual promovidas com 118 jovens, que compartilham suas próprias histórias e experiências, realizadas em dezembro de 2017 nas cidades de Salvador (BA), Fortaleza (CE), Belém (PA) e Belo Horizonte (MG).

 

Parceria entre o Futura, o Itaú Social e o Observatório de Favelas, o “Diz Aí Afro e Indígena” conta com a participação desses jovens em quatro episódios. “A ideia é mostrar como a juventude negra e indígena tem enfrentado a realidade da exclusão nesses territórios e, com isso, assumido um novo papel, questionando suas ausências na sociedade e consolidando presença”, explica Fabiana Cecy, líder do projeto da área de Mobilização do Canal Futura.

 

O episódio de estreia, “Racismo Institucional na Saúde”, mostra a história de Yara, Weverton e Jackson, três jovens paraenses que enfrentam dificuldades cotidianas por estarem se tornando profissionais da área da saúde, um espaço que quase não se vê representatividade de profissionais indígenas e negros. “Queremos que esses jovens se tornem multiplicadores locais, atentos e atuantes nas questões das juventudes”, explica João Alegria, gerente geral do Futura.

 

As oficinas de audiovisual do ‘Diz Aí’ tiveram como base a pesquisa nacional sobre Organizações de Juventudes Negras, realizada pelo Itaú Social em parceria com o Observatório de Favelas, que trata sobre a questão do racismo institucional.

 

SINOPSES

  1. Racismo Institucional na Saúde

Yara, Weverton e Jackson são jovens paraenses que enfrentam dificuldades cotidianas por estarem se tornando profissionais da área da saúde, um espaço que quase não se vê representatividade de profissionais indígenas e negros.

 

  1. Mercado Cultural para a Juventude Negra

O mercado cultural e as políticas públicas inserem a juventude negra? Essas questões norteiam as vivências de Breno e do grupo Radiola Sound System, jovens do Ceará que buscam profissionalização através da Cultura.

 

  1. Arte como enfrentamento ao racismo

Efigênia, Bruno e Verilucy encontram na arte formas para combater o racismo, dialogar com essas juventudes e entender o que é ser jovem negro na periferia de Belo Horizonte.

 

  1. Cidade e a relação com a Juventude Negra e Indígena

Percorremos as vivências de três jovens baianas, Ana Paula, Fanny de Oliveira e Awenã Torres sob a ótica da relação entre espaço, bairro e das diferentes perspectivas de vida de cada um.