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Estudantes das salas de aula do Telecurso no Rio contam como a Educação transformou suas vidas

Publicada em: 7 de março de 2018

As histórias de jovens que voltaram para a escola e concluíram seus estudos depois de enfrentarem inúmeros desafios foram a inspiração da campanha do Telecurso lançada neste mês de março, que traz o conceito: “Só a Educação dá oportunidades iguais a quem a vida deu caminhos diferentes”.

Carlos Eduardo Gonçalves, Shauani Brandão e João Victor da Conceição, que concluíram o ensino fundamental e médio nas salas de aula do Telecurso no Rio, contam que voltar a estudar fez toda a diferença em suas vidas.

“A única saída que a gente tem nessa vida é o conhecimento. É o conhecimento que salva a humanidade”, afirma Carlos Eduardo.

“Voltar a estudar devolveu meus sonhos: o sonho de avançar, o sonho de conquistar, o sonho de vencer”, conta Shauani Brandão.

“Quando eu me formei, foi uma conquista para mim e para a minha família. Todos ficaram felizes e eu fiquei feliz também por eles estarem felizes”, comemora João Victor.

A metodologia adotada nas salas de aula é a do Telecurso. Por meio dela, jovens e adultos, que desejam e precisam avançar nos estudos, concluem o ensino fundamental e médio, com qualidade e prazer de aprender.

Atualmente, a escola da Fundação Roberto Marinho está presente nas seguintes localidades do estado do Rio de Janeiro: Jacaré e  Manguinhos (pólo Maria da Graça); Porto da Pedra (pólo São Gonçalo); Santa Marta (Botafogo); Rio Comprido Jacarepaguá e conjunto de favelas da Maré (este último em parceria com a Organização não-governamental Luta pela Paz).

O Telecurso também é adotado como política pública em parceria com o MEC, governos estaduais e municipais, em escolas públicas de todo país. De 1995 a 2017, 1,6 milhão de estudantes foram formados pelo Telecurso em escolas de 12 estados brasileiros, e outros 7 milhões desde 1978.

“Milhares de brasileiros precisam voltar para a escola. Acreditamos que dar oportunidades faz toda a diferença em suas vidas e no Brasil. Não podemos deixar ninguém para trás, todos têm o mesmo direito humano à educação de qualidade”, defende Vilma Guimarães, gerente geral de educação da Fundação Roberto Marinho.