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Futura comemora 18 anos
de atuação dentro e fora da tela

Publicada em: 21 de setembro de 2015

O Futura chega à sua maioridade e se consolida como um canal plural, educativo e social. Para celebrar o aniversário, a programação visual do canal ganhou nova roupagem. A revisão do visual do Futura foi feita pela agência de design francesa Gédéon, que também foi responsável pela criação da logotipo e da linha de arte do Futura há 18 anos. A ideia é traduzir de forma mais lúdica e colorida a identidade do canal: diversificado, transformador e construído a muitas mãos.

“Reformulamos o figurino do canal e vamos fazer a virada em setembro. As chamadas trazem os destaques do mês em nova fonte, intitulada “brasileiro” e de característica manuscrita, refletindo os valores de humanidade, proximidade e brasilidade do Futura. Ilustrações misturadas com fotos dão um ar mais lúdico. A gente quer trazer mais emoção e essas mudanças refletem visualmente o que a gente é”, explica Lúcia Araújo, diretora do canal.

No mês de aniversário, o Futura também terá novidades na programação. A partir desta terça-feira, dia 22, os programas “Afinando a Língua”, comandado por Tony Bellotto, e “Tempos de Escola”, apresentado por Serginho Groisman, fazem uma retrospectiva com 18 episódios que marcaram a história do canal.  A nova temporada do Cine Conhecimento apresenta uma seleção de 14 filmes latino-americanos destacados, como “Medianeras”, do argentino Gustavo Taretto; “Cinema, aspirinas e urubus”, do brasileiro Marcelo Gomes e “180 segundos”, do colombiano Alexander Giraldo. E antecipando as Olimpíadas, o programa “Entrevista” aborda questões como a preparação dos atletas brasileiros, a relação entre esporte e cidadania e o papel do esporte na educação do país.

 Veja mais sobre a programação

No jornalismo, a novidade está na web: os programas Jornal Futura, Conexão Futura, Sala Debate e Entrevista ganham coletâneas individuais no YouTube e o telespectador passa a ter acesso ao conteúdo até duas horas após a exibição na TV. No campo da interatividade, os programas ao vivo abrem espaço para a participação do público pelo Whatsapp e pelo Periscope, aplicativo que garante mais alguns minutos de transmissão após encerramento da apresentação na TV.

Concebido para contribuir com a educação brasileira, o Futura é assistido por 40 milhões de brasileiros e mobiliza, por meio de uma atuação além da TV, mais de 2,5 mil instituições educativas e sociais que utilizam seu conteúdo audiovisual em projetos voltados para a transformação da sociedade. De acordo com a última pesquisa do instituto Datafolha, sete em cada dez educadores tem o hábito de assistir ao canal, sendo que 25% dos professores e 31% dos diretores e coordenadores declaram usar o conteúdo como apoio ao trabalho pedagógico. Eles atribuem ao Futura a ampliação da visão de mundo e do universo cultural dos alunos, bem como o estímulo à abordagem de temas transversais e a prática da pesquisa para professores e alunos. “Nossa função também é valorizar o lugar social do educador. Contamos com um conselho com mais de quatro mil professores que contribuem com sugestões e histórias para o conteúdo do canal e isso é inédito. Nenhuma TV faz isso”, conta Lúcia Araújo.

Tendo como principal bandeira a educação como agente para a transformação social, o canal lançou em 2015 uma nova campanha institucional que reforça este posicionamento. Com o mote “Futura: alimento para os inconformados”, a campanha apresenta divertidas esquetes com grandes nomes da História – como Charles Darwin, Tiradentes e Pedro Álvares Cabral -, que não se acomodaram e foram protagonistas de importantes mudanças.

A busca pela transformação social faz com que o Futura continue a atuar fora da tela com projetos de mobilização e articulação comunitária como a Maleta Futura e as Salas Futura. Neste ano, o kit “Crescer sem Violência”, que conta com a série televisiva “Que Abuso é Esse?”, atuou em três estados – Ceará, Pará e Pernambuco – no enfrentamento ao abuso sexual infantil e juvenil.

“O Futura já começou de um jeito diferente para a época que ele surgiu. Várias metodologias e tecnologias de produção foram criadas e exportadas pelo canal. Não é da natureza de TVs convencionais trabalhar conteúdos além da tela, com atividades de mobilização. E embora a gente atue em nível local, também temos inserção internacional. Fazemos pontes com instituições do exterior e já produzimos campanhas sociais em três línguas para distribuir de graça às TVs do mundo todo”, diz Lúcia.