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Regina Casé fala sobre ‘Um pé de quê?’ no RioContentMarket

Publicada em: 5 de março de 2015

A apresentadora e atriz Regina Casé e o diretor Estevão Ciavatta participaram do painel “15 anos de ‘Um pé de quê?’”, no RioContentMarket, um dos maiores eventos dedicados ao mercado audiovisual no mundo. Criadores do programa, Regina e Estevão, da Pindorama Filmes, tiveram um bate-papo mediado por João Alegria, gerente-adjunto do Futura.

“Galinha que tem nome não vai para a panela. Acredito que se as pessoas conhecerem melhor a floresta, não virem apenas a madeira como mobiliário, pensarão duas vezes antes de cortar uma árvore”, resumiu Regina, com humor, ao falar sobre a motivação do programa. Ela e Estevão falaram sobre a trajetória e os desafios da série, transformada, ao longo do tempo, em um produto multiplataforma. Além da exibição na TV e na web, o programa foi lançado em DVD e inspirou uma coleção de livros, editados pela WMF Martins Fontes.

 

Estevao Ciavatta, Regina Casé e João Alegria participam de debate. Crédito: Fabiano Cafure
Foto: Fabiano Cafure

 

A conversa destacou o pioneirismo do Futura e da Pindorama Filmes na coprodução do ‘Um pé de quê?’. Esse modelo, firmado entre os dois parceiros desde 2000, ganhou estímulo no mercado audiovisual brasileiro anos depois, com a nova legislação sobre TV por assinatura.

“O programa revela a vocação do Futura de fazer conteúdos em parceria com a produção independente brasileira. Reforça o compromisso do canal com a educação e a articulação social, ao transformá-las em linguagem, entretenimento e storytelling a partir da contribuição de criadores, diretores e roteiristas dos quatro cantos do Brasil. ‘Um pé de quê?’ é o exemplo máximo desse modelo Futura”, destaca João Alegria.

“‘Um pé de quê?’ é nossa maior e melhor produção transmídia”, comenta Estevão Ciavatta. Além do trabalho em campo desenvolvido pelo Futura, o website umpedeque.com.br é referência para quem quer saber mais sobre árvores brasileiras. Os livros inspirados na série já venderam mais de 124 mil exemplares e foram adotados pelo Plano Nacional do Livro Didático. Além disso, os programas são utilizados livremente em escolas e universidades pelo país. “É uma alegria muito grande ter transformado um tema poderia parecer árido em um grande sucesso”, comemora Estevão.